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O cenário da colonização

Inicialmente, a preocupação dos portugueses era a ocupação do território com o intuito de assegurar sua posse. Nesse período, que se estende de 1503 a 1535, a principal atividade econômica foi a extração de pau-brasil, a árvore nativa que deu origem ao nome do país e que representou a primeira fonte de lucro para a metrópole portuguesa.  

A ocupação efetiva do território foi estabelecida com a política de concessão de terras denominada Capitanias Hereditárias. Esse sistema fora sistematizado pelo rei, que concedeu a posse da terra na nova colônia aos capitães donatários, escolhidos por serem homens de confiança da realeza. Sua função na capitania era fazer com que esta protegesse o território e futuramente desse lucros ao trono português.

Todo o sistema colonial organizou-se para garantir o lucro da metrópole. Estabelecido logo após o descobrimento, ele se apoiava no Pacto Colonial, que, além de implantar o monopólio do comércio, proibia a produção de manufaturas na colônia, mantendo assim a exclusividade do comércio externo da colônia a favor da metrópole. Nesse período, que se estendeu até 1808, quando, por ocasião da chegada da Corte portuguesa ao Brasil ocorreu a abertura dos portos às nações amigas, pondo fim ao Pacto Colonial.


Colonizar para enriquecer com o Brasil

A chegada dos portugueses ao Brasil, em 22 de abril de 1500, trouxe dois desafios à Coroa portuguesa.

O primeiro era garantir a posse do novo território e torná-lo uma boa fonte de riqueza; o segundo, fazer com que a pequena população portuguesa da época desse conta do desafio de colonizar um território imenso e desconhecido como era o Brasil.

O primeiro século da colonização lusa foi marcado pela busca de soluções para essas duas questões.



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