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Rio dos corsários franceses


A Baía de Guanabara foi avistada pela primeira vez em 1º de janeiro de 1502 pela expedição de Gaspar de Lemos e Américo Vespúcio. Como eles pensavam ter chegado ao estuário de um rio, batizaram-no de Rio de Janeiro.
 
Madeira nobre atraiu os europeus

Em 1503, uma feitoria para o comércio do pau-brasil foi fundada na foz do rio Carioca. A abundância dessa espécie nativa era tamanha que acabou atraindo tanto os colonizadores portugueses quanto os corsários franceses. Até meados do século XVI, o litoral fluminense fez parte da rota de várias expedições predatórias.
 
Em 1534, a região foi dividida em duas capitanias: a porção sul foi apropriada pela Capitania de São Vicente e a região norte, pela Capitania de São Tomé.

Os franceses dominaram o Rio de Janeiro durante quatro anos. Em 1555, centenas de colonos desembarcaram na cidade, sob o comando de Nicolas Durand de Villegaignon, com o objetivo de criar a França Antártica nos Trópicos.

Portugal só tomou as primeiras providências para expulsar os franceses em 1559. Um ano depois, o governador-geral Mem de Sá venceu os franceses e destruiu o Forte Coligny.


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Vista panorâmica da cidade do Rio de Janeiro em 1852


Em 1565, Estácio de Sá desembarcou na Baía de Guanabara e fundou a cidade à qual deu o nome de São Sebastião. Apoiados pelos índios tamoios, os franceses só foram derrotados definitivamente em 1567.


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