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Ciências Humanas e suas Tecnologias.  

Ascensão econômica do Centro-Sul

Anjo barroco, detalhe de um dos altares da Capela do Padre Faria, em Ouro Preto
Mesmo com a decadência da mineração, mantiveram-se as marcas da presença colonial
iStockphoto/thinkstock/Getty Images
Igreja de São Francisco de Assis, exemplo de arquitetura barroca


no interior do país. O Brasil rural começava a dar espaço ao Brasil urbano; o domínio do Nordeste diminuiu e começou a ascensão econômica do Centro-Sul. Fundaram-se vilas e cidades como centros da colonização e onde moravam os poderosos, os homens livres pobres e os escravos.
  
Nos centros urbanos, surgiu a ideia de separação política da metrópole, motivada pela presença mais intensa das autoridades portuguesas. Em Minas Gerais, ensaiaram-se também as primeiras tentativas de uma arte nacional, com o Barroco e as manifestações literárias dos árcades.

 
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Visão da Igreja Matriz de Santo Antônio, Tiradentes, Minas Gerais


Sociedade mais complexa

Urbanização, retomada dos negócios canavieiros, implantação da pecuária extensiva nas antigas zonas de mineração e mudança da capital da Colônia de Salvador para o Rio de Janeiro, em 1763, eram o quadro da época.

A urbanização, o desejo de emancipação e as novas atividades econômicas, juntamente com a presença da Família Real portuguesa, a partir de 1808, tiveram resultados importantes no processo histórico posterior.

O Brasil do início do século XIX apresentava as mesmas características do começo da colonização.

Ainda tinha problemas de distribuição de riqueza e de escravidão, mas transformava-se muito: a economia era mais ampla e diversificada, a elite colonial já estava formada e as relações com o resto do mundo expandiam-se.   


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