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Os processos de independência

Ilustração asteca denuncia a violência e a crueldade da colonização espanhola nas Américas.
Apesar de submetidas à dominação europeia, as colônias da América Latina tiveram processos peculiares de independência. Essas singularidades devem-se tanto às políticas coloniais das antigas metrópoles quanto à dinâmica interna das sociedades latino-americanas. Tais processos foram marcados por guerras, negociações e conflitos, que resultaram na fragmentação do território.

Outros países da América Latina aboliram a escravidão logo após a independência, como o Chile e o México, mas alguns ainda levaram anos para fazê-lo, como a Venezuela, o Equador, o Peru e a Colômbia. 

Lutas pela Independência



O Brasil ficou independente de Portugal sem promover uma guerra generalizada. Na América espanhola, as lutas foram mais prolongadas. Entre 1808 e 1814, iniciaram-se os movimentos pela independência: a elite criolla, que durante o período de colonização havia ficado desapropriada de poder e representação política, aproveitou-se da instabilidade europeia em função das campanhas napoleônicas, derrubou os governos coloniais e iniciou o conflito armado contra a Espanha, embora a vitória nem sempre tenha sido imediata.


As colônias levantam-se

A contestação ao domínio metropolitano expandia-se pela Argentina (liderada pelo general José de San Martín), pelo Chile (sob o comando de Bernardo O'Higgins) e por Nova Granada (com Simón Bolívar, conhecido como 'O Libertador').

Em 1820, o Peru – centro da resistência espanhola – foi invadido por forças argentinas e chilenas lideradas por San Martín, com o apoio de uma armada chefiada pelo lorde inglês Thomas Cochrane. Os espanhóis foram derrotados em Lima, e o Peru tornou-se independente no ano seguinte.


Para saber mais: Independência da América Latina.


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