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Ciências Humanas e suas Tecnologias.  

O Nilo

O Nilo é um rio tranquilo e caudaloso que se abre em um delta antes de desembocar no mar Mediterrâneo. Atravessa o Egito de sul a norte, formando um gigantesco oásis ladeado por desertos e montanhas. Ao longo do rio, forma-se um estreito vale, que fica inundado e é fertilizado com as enchentes anuais. O lodo depositado na terra é a base da riqueza agrícola do vale.

O historiador grego Heródoto bem expressou a importância do rio para os egípcios ao afirmar que "o Egito é uma dádiva do Nilo".

O trabalho dos camponeses

A maioria da população dedicava-se à agricultura. Os camponeses semeavam em outubro, época em que baixam as águas do Nilo, espalhando as sementes sobre o barro úmido. As bestas de carga arrastavam o arado, e atrás iam ovelhas ou porcos enterrando os grãos. A colheita era realizada na primavera.

Os camponeses trabalhavam para o faraó e para os templos, e eram obrigados a pagar tributos. Os escribas controlavam a colheita e regulavam os impostos.


Irrigação

O ciclo das cheias do Nilo determinava o tipo de cultivo. A cada verão o rio inundava o vale; quando as águas baixavam, depositando na terra um fértil lodo negro. Era, então, o momento de semear. As inundações eram controladas por canais e por reservatórios.
  
Acervo
Detalhe do templo de Ramsés em Abu Simbel. Acredita-se que a escultura da esquerda representa o próprio Ramsés, um dos faraós mais importantes do Antigo Egito.


Agricultura

Base da economia do Egito. A cheia do Nilo marcava a época da semeadura. Os egípcios cultivavam o linho para fabricar tecidos e cereais para fazer pão e cerveja.

Sua alimentação completava-se com uma grande variedade de legumes, verduras e frutas, tais como as tâmaras.


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