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A pressão dos EUA

A entrada dos Estados Unidos na guerra, em dezembro de 1941, somada à crescente influência norte-americana na América e aos empréstimos para a siderurgia brasileira, fez o governo Vargas mudar a atitude, aparentemente neutra, do país e uma tomar posição.

Para os Estados Unidos, que empreendiam a política da “Boa Vizinhança", era fundamental a entrada do Brasil na guerra, capitaneando o resto da América do Sul.

Em 15 de janeiro de 1942 foi realizada, no Rio de Janeiro, a III Reunião de Consulta dos Ministros das Relações Exteriores das Repúblicas Americanas (apelidada de Conferência dos Chanceleres), na qual foi aprovado o rompimento de relações diplomáticas, comerciais e militares com o Eixo. A conferência selava, também, a aliança Vargas-Roosevelt. As consequências econômicas e políticas foram imediatas: assinatura dos Acordos de Washington e a concessão aos americanos de bases navais no Nordeste do Brasil.

Em represália, submarinos alemães torpedearam, em fevereiro de 1942, o navio brasileiro Cabedelo, nas águas do Atlântico.



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