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Ciências Humanas e suas Tecnologias.  

Os exploradores portugueses

Com a Revolução de Avis (1383-1385), o poder real centralizou-se em Portugal, com apoio da burguesia mercantil, assegurando a independência do reino. A política do rei D. João criou condições favoráveis para a expansão marítima lusa. O apoio aos estudos náuticos, os interesses da burguesia, a posição geográfica favorável e a situação de paz explicam o pioneirismo de Portugal nas navegações.

As primeiras expedições
Stefan Valim Menke / Pearson Brasil Education

O infante Dom Henrique, o Navegador, transformou Portugal no centro das viagens de exploração mundial. No início, as viagens patrocinadas pelo infante se limitaram à costa marroquina (Ceuta, em 1415) e à descoberta das ilhas Madeira e Açores. Em 1434, iniciou-se a exploração de toda a costa africana. Nesse ano, Gil Eanes chegou ao cabo Bojador, desmentindo as superstições sobre mares habitados por criaturas diabólicas, ao sul das Canárias. Em 1441, Nuno Tristão chegou ao Cabo Branco e à foz do rio Gâmbia. Em 1456, os portugueses descobriram Cabo Verde.

Cabo da Boa Esperança e Brasil

As viagens prosseguiram até o golfo da Guiné, as ilhas de São Tomé, Annobón, Príncipe e Fernando Poo. Em 1487, Bartolomeu Dias dobrou o cabo da Boa Esperança, no extremo sul da África. Por fim, em 1498, Vasco da Gama chegou a Calicute, no litoral sudoeste da Índia.

Para garantir a posse e o domínio sobre a Índia, a coroa portuguesa organizou uma expedição comandada por Pedro Álvares Cabral. A esquadra desviou-se da rota de Vasco da Gama e, em 22 de abril de 1500, chegou a uma nova terra, mais tarde chamada de Brasil.



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