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Ciências Humanas e suas Tecnologias.  

As Guerras de Religião

As rivalidades entre a Reforma e a Contrarreforma, assim como entre os próprios reformistas, provocaram numerosas guerras na Europa entre 1550 e 1659. As mais importantes ocorreram nos principados germânicos, onde a influência do luteranismo político era notória. O principal conflito aconteceu no Sacro Império, sob o comando Habsburgo, no início do século XVII. Apesar de a Paz de Augsburgo ter determinado a separação entre católicos e protestantes alemães, as tensões entre os dois grupos continuavam. A nobreza aproveitava-se da crise para evitar a centralização e unificação política imperial.


A Guerra dos Trinta Anos

Em clima contrarreformista, os Habsburgos austríacos começaram um amplo plano de expansão do catolicismo por todo o território imperial, buscando centralizar o poder. A reação deu início à mais importante das Guerras de Religião, a Guerra dos Trinta Anos (1618-1648), que acabou por envolver outros países europeus. A participação da França foi a de maior destaque, conseguindo, inclusive, derrotar as forças imperiais e garantir a confirmação da Paz de Augsburgo, pelo Tratado de Westfália (1648).


Fim da era Habsburgo

A força Habsburgo na Europa Central fora eliminada, bem como o sonho de unificação do Sacro Império, mas o rei espanhol, também Habsburgo, continuou as lutas. França e Inglaterra formaram uma aliança antiespanhola decisiva e fatal. Em 1659, a Espanha foi obrigada a aceitar a derrota, formalizada na Paz dos Pireneus. Começava a supremacia política francesa dos Bourbons e terminava a dos Habsburgos.


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