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O Brasil liberta-se de Portugal ...

... e cai nas teias da Inglaterra!

Tendo nascido Colônia de Portugal, o Brasil conviveu desde seu descobrimento com a dominação estrangeira. Sua independência da metrópole portuguesa só se tornou realidade com o apoio de outra potência, a Inglaterra, que passaria, então, a exercer financeiramente o seu poder no Brasil.

No Período Republicano, a postura de acomodação econômica foi repensada e cresceram tanto o desejo quanto a necessidade de uma soberania nacional. O endividamento e os problemas econômicos, porém, fizeram com que o Brasil continuasse a se dobrar às imposições externas.

O processo de industrialização dependeu em larga escala do capital estrangeiro. Além da dependência econômica, a influência cultural estrangeira também se manifestou no Brasil, desde o Período Colonial. Descubra
Você sabia que o Brasil pagou para Portugal, com dinheiro emprestado da Inglaterra, para ter sua Independência reconhecida?  Descubra


E depois nas dos EUA...

Até o final do século XIX, a Inglaterra mantém sua hegemonia como fonte dos empréstimos para o Brasil. As exportações brasileiras, entretanto, encontram nos Estados Unidos um ótimo cliente, principalmente na compra do café. 

EUA foram grandes consumidores do café brasileiro
O discurso nacionalista da Proclamação da República, em 1889, mistura-se a um sentimento antibritânico, que responsabiliza a Inglaterra pela difícil situação econômica do País no fim do Império.

A partir desse momento, a presença norte-americana – nos setores econômico e cultural – começa a tornar-se cada vez mais intensa e se perpetua até os dias de hoje. >Descubra
 


Conflito mundial chega ao terceiro mundo

A ascensão dos Estados Unidos e da União Soviética como novas potências mundiais após a Segunda Guerra Mundial intensifica a disputa internacional por maiores zonas de influência.


A América Latina, alvo das pressões norte-americanas em nome da cooperação desde o início do século, vê-se obrigada a posicionar-se nesse cenário internacional polarizado. A pior fase da Guerra Fria ocorre nas décadas de 1950 e 1960.


O fim da Guerra Fria amplia as fronteiras

De 1961 a 1989, a Alemanha Oriental e a Ocidental estiveram divididas pelo Muro de Berlim
A ditadura militar, instalada em 1964, retomou uma aliança com os Estados Unidos. Os norte-americanos deram suporte para a deposição de João Goulart. Vitorioso o golpe, várias facilidades foram oferecidas ao governo, como volumosos empréstimos internacionais, principalmente do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional.

O afastamento de Cuba foi imediato e o pretexto do novo regime para justificar a repressão foi o combate ao comunismo. Em meados da década de 1980, o mundo viveu um período de transformação das relações políticas. O esfacelamento da influência soviética, acelerado subitamente pela Queda do Muro de Berlim, em 1989, pôs fim ao jogo das fidelidades liderado pelos Estados Unidos e pela União Soviética.
Descubra o que isso tem a ver com Elvis Presley, Betty Boop e James Dean


O discurso de globalização fortaleceu-se, apresentando um mundo onde as relações econômicas eliminariam as fronteiras nacionais. Iniciativas como a União Europeia, o Nafta e o Mercosul procuram repensar os princípios de cooperação regional, lutando contra o exclusivismo de cada país.


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