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Ciências Humanas e suas Tecnologias.  


Panorama Brasil político


O grande dia
  
Ilustração da embarcação de Cabral
  Quase no fim da tarde, a agitação tomou conta dos marujos da esquadra de Cabral. A excitação era explicável: depois de 43 dias navegando no assustador mar-oceano, eles finalmente tinham avistado uma porção de algas-marinhas boiando na superfície da água – sinal certo de terra próxima.

Composta por 13 embarcações, a esquadra era a maior expedição marítima que já saíra de Portugal até aquela data. A tripulação de 1.500 homens correspondia a 3% da população de Lisboa no período, cerca de 50 mil habitantes. Descubra


Descobrimento ou invasão?


Você já parou para pensar no sentido da expressão “Descobrimento do Brasil”? Os nomes atribuídos aos episódios históricos retratam valores e visões de mundo que se deseja ou desejou perpetuar pelas gerações. Descubra


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Animação mostra as aventuras de Cabral

Um modo nada justo de povoar
   
Gravura Inglesa do Século XIX mostra a violência das caçadas e do aprisionamento do Negro da África
Para tirar o máximo de lucro de suas colônias e contornar sua escassez populacional, a Coroa portuguesa precisou recorrer ao trabalho escravo. Diante da falta de mão de obra para a exploração econômica de um território imenso como o Brasil, a primeira saída encontrada pelos colonizadores foi a escravização dos indígenas.

Mas essa estratégia teve vida curta. A partir de 1550, a mão de obra escrava do indígena foi substituída pelo trabalho do negro africano. Economicamente mais atraente, o negro permitia um lucro duplo aos portugueses, que já ganhavam com o comércio de escravos trazidos da África. Descubra



A Colônia ganha o seu reinado

Pressionado por Napoleão Bonaparte a romper relações comerciais com a Inglaterra, D. João VI decide fugir para o Brasil, que vira sede do governo português. A cidade carioca, escolhida para ser a Capital do país, se transforma com a chegada da Corte portuguesa.
Este especial conta como foi a vinda da família real (animação), quais fatores impulsionaram a mudança e como ela alterou a vida da Colônia. Descubra

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Acompanhe a transferência da corte portuguesa para a sua principal colônia
com essa divertida animação


Independência ou morte!

As razões da Independência
   
Independência ou morte (óleo sobre tela, 1888), de Pedro Américo
 A Independência do Brasil não se deu em função do descontentamento de D. Pedro com as exigências de Portugal, mas foi resultado da combinação de interesses e pressões internas.

E foi inédita no continente americano: ao contrário de todos os países de língua espanhola, a ruptura brasileira com a metrópole foi praticamente pacífica e manteve a estrutura política e social praticamente intacta. Descubra


Os rebeldes contra a Independência

No combate às forças portuguesas que resistiram à Independência decretada por D. Pedro, alguns comandantes europeus tiveram papel de destaque na mobilização das tropas brasileiras. Descubra


E o Brasil ganha novas caras
  
Imigrantes japoneses chegam ao Brasil
O fim da escravidão, a expansão da cultura do café e a necessidade de produzir alimentos para o mercado interno incentivou a imigração de lavradores, provocando a entrada maciça de trabalhadores do outro continente.

Primeiro vieram os italianos, depois os japoneses, chineses, árabes, espanhóis, alemães e outros povos, em menor quantidade. Eles vinham, em sua maioria, por razões socioeconômicas, políticas e até religiosas. Descubra


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Animação mostra a chegada dos japoneses no Brasil


Sudeste domina a política

Período marcado por eleições ilegítimas em que o governo era ocupado alternadamente por representantes de São Paulo e Minas Gerais, no que ficou conhecido como política do café com leite. Descubra


País vivencia sucessivos períodos de exceção

Estado Novo (1937 a 1945)

Através de golpe, Getúlio Vargas revoga a Constituição vigente e passa a governar por meio de decretos-leis, sem nenhum controle do Parlamento. Impulsionado pela II Guerra Mundial, Vargas inicia um processo de industrialização no Brasil. Descubra


Ditadura militar
  
População protesta contra a ditadura militar
Durante o regime militar, que se estende de 1º de abril de 1964 até a redemocratização em 1985, o plano político foi marcado pelo autoritarismo, pela supressão dos direitos constitucionais, pela perseguição policial e militar e pela imposição da censura prévia aos meios de comunicação. Descubra



Democracia no horizonte


O primeiro passo para a redemocratização foi dado em 1979 com o fim do bipartidarismo obrigatório e o surgimento de novos partidos. Em 1984, multidões saem às ruas na tentativa de forçar eleições livres – movimento chamado de “Diretas Já”. Em fevereiro de 1985, a emenda constitucional que previa eleições diretas não passa no Congresso Nacional. O Colégio Eleitoral escolhe o candidato Tancredo Neves como novo presidente da República, marcando o fim da ditadura militar. Porém, o processo de redemocratização só se completa em 1988 com a promulgação da nova Constituição, que prevê eleição direta com dois turnos para a presidência e, para os governantes, mandato de quatro anos. Descubra
 
A rotina da democracia
  
Fernando Collor de Mello

Primeiro presidente escolhido em eleições diretas desde após a ditadura militar, em 1989, o presidente pretendia promover um reajuste da economia, mas em 1991 surgiram denúncias de corrupção que ficaram conhecidas como “esquema PC”. Em 1992, manifestações populares pediram o impeachment do líder, afastado pela Câmara em setembro daquele ano. Descubra




Fernando Henrique Cardoso


Presidente da República por dois mandatos, de 1995 a 2002, Fernando Henrique Cardoso (FHC) surgiu na cena pública como um grande intelectual, que havia lutado contra a ditadura militar. Nesse período, instaurou uma política de governo neoliberal, marcada por um intenso processo de privatização das empresas dos setores energéticos, de transportes, de comunicações e outros. Descubra


 
Luiz Inácio Lula da Silva

De torneiro mecânico e líder sindical do setor metalúrgico tornou-se Presidente da República em 2002 e foi reeleito em 2006. Militante político expoente no processo de redemocratização, quando fundou o Partido dos Trabalhadores, o PT, em 1983.  Surpreendeu a todos pelo modo de governar mantendo a política neoliberal iniciada pelo seu antecessor. Apesar dos escândalos do Mensalão que afetaram o seu primeiro governo, foi reeleito em 2006, com 61% dos votos válidos. Descubra



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