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Linguagens, Códigos e suas Tecnologias.  

Desvendando a antiga escrita egípcia

Pedra Roseta, importante artefato composto por hieroglifos

A história do povo antigo do Egito era pouco conhecida até o início do século XIX. Com a descoberta da pedra Roseta, por um oficial de Napoleão, foi possível entender as representações na escrita hieroglifica egípcia.    

Jean-François Campollion, no ano de 1822, comparou sinais gregos e combinados com outros sinais egípcios mais conhecidos e foi possível mapear, com sucesso, os antigos hieróglifos e conhecer alguns mistérios da vida cotidiana desses povos, bem como de algumas construções deixadas como patrimônio da humanidade e de uma das maravilhas do mundo antigo.
Papiro contendo hieroglifos do Livro dos Mortos

Os grego desenvolveram grande habilidade de escrita. Havia três modalidades básicas: a hieroglífica, escrita sagrada dos túmulos e templos; hierática, utilizada pelos sacerdotes e nobres, um formato mais simplificado de escrita; e a demótica, escrita popular, usada nos contratos redigidos pelos escribas.

Muito do que se sabe hoje sobre a técnologia egípcia e seus conhecimentos foi passado por meio de textos. Os temas abordados eram moral, poesia ou religião. Dois grandes exemplos são o Livro dos Mortos  (ou Livro de Sair para a Luz) e o Texto das Pirâmides.

Outras habilidades
Os egípcios eram tão avançados para seu tempo que possuíam amplo conhecimento em Matemática e Geometria, disciplinas que os auxiliavam na construção civil. Tinham também conhecimento de Astronomia, que os ajudava a prever os períodos de cheia do rio Nilo. Regidos pelas formas da Lua,  chegaram a mapear alguns planetas e constelações e organizaram um calendário solar.
Construíram também um relógio de água, que dividiu o dia em 24 horas, e, posteriormente, acrescentaram os minutos e os segundos. Tinham a semana de dez dias e meses de três semanas divididos pelas fases da Lua.



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