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Arte e religião

Os arquitetos construíram as pirâmides levando em consideração as fases do Sol

A arte no antigo Egito estava ligada diretamente ao sistema religioso regente. Eram politeístas, pois adoravam vários deuses. No topo da pirâmide hierárquica religiosa estava o faraó, visto como divindade mais próxima do Deus supremo, Rá, o Sol, criador de todos os outros deuses.

As representações dos deuses e do faraó eram divididas de forma antropomórfica (característica humana), zoomórfica (forma animal) ou fundidas em uma única representação. Essas reproduções, geralmente esculpidas, eram postas nos templos e nos santuários.


Os artistas procuravam representar e conservar seus mortos como forma de facilitar o encontro entre a alma e o corpo. A alma poderia durar eternamente, desde que o corpo estivesse pronto para servi-lo.


As grandes produções arquitetônicas foram os templos, as pirâmides, as mastabas, hipogeus e os grandes túmulos, como o Vale dos Reis, locais onde eram sepultadas suas divindades.

A vida pós-morte estava ligada por laços indissolúveis, imprescindíveis para a evolução artística da época. A parte mais importante do faraó era seu espírito vital: o Ka. Para os egípcios, o espírito continuava ligado ao corpo mesmo depois da morte. Considerada uma espécie de estátua da alma, a mumificação era um meio de reprodução e conservação do corpo.

Representação

Anúbis é representado por um corpo de homem e cabeça de chacal. Outras representações famosas são: Hórus, deus falcão; Khun, deus carneiro; Apis, deus touro; e a divindade solar, Rá.



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