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Novo Império

Fachada do Vale dos Reis

O Novo Império, iniciado pelo rei Amósis I, marca a consolidação do poder imperialista e o desenvolvimento militar. Novos costumes vindos dos povos da Ásia Menor influenciaram os modos de vida do povo, como: maior atenção para o desenvolvimento do poder militar e menor influência artística e espiritual. Sendo assim, o faraó perdeu o status de ser supremo. Em 525 a.C., o rei persa Cambises derrubou o último dos faraós, Psamético III, e pôs fim ao período de independência.

A arte no Novo Império


Esse período marcou uma serie de inovações arrojadas nas construções dos santuários, templos e túmulos que passaram a ser definitivamente projetados debaixo da terra, dentro dos templos, assim como nos enterros atuais. Um belo exemplo é o templo de Abu Simbel, dedicado ao faraó Ramsés II, construído no século XIII a.C. Outros exemplos, como o templo de Hatshepsut e o templo de Amon, em Tebas, também foram fundados nesse mesmo período.

Características dos templos

Muralhas: Paredes em forma de rampa, simbolizando as cordilheiras que cercam o Nilo, local onde o deus solar Amon-Ra se revela. Em sua entrada eram colocados monumentos, estátuas, esfinges e obeliscos.

Pátio ou passarela: Grandes salões rodeados de portões, geralmente sustentados por colunas.

Sala hipostila: Repleta de colunas gigantescas, com capitéis decorados em forma de vegetação, lembrando um grande bosque. O local era iluminado por fendas abertas nas coberturas, também repletas de relevos decorados.

Santuário: Local reservado ao depósito da estátua do deus e conservação do Ka. O local recebe uma abertura de luz, para que receba os raios de Sol do amanhecer.



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