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A pintura


Grande parte do que conhecemos sobre a pintura romana deve-se ao descobrimento de Pompeia e Herculano (século XVIII), cidades soterradas após erupção de um vulcão no monte Vesúvio (79 d.C.). As representações encontradas reproduzem com fidelidade a paisagem, geografia e alguns hábitos.

Especialistas em arte romana classificam a pintura em quatro principais estilos:

Primeiro: (Alvenaria, século II a.C.) tinham o costume de revestir as paredes com gesso buscando um acabamento próximo ao mármore.

Segundo
: (80 a.C. – cerca de 20 a.C) pintavam paredes e grandes murais buscando reproduzir paisagens compostas pela fauna e flora da região. Início do uso da perspectiva e tridimensionalidade povoadas por imagens de tamanho natural em cenas mitológicas, religiosas e teatrais.

Terceiro:
(20 a.C. – cerca de 60 d.C.) busca pelo real e valorização nos pormenores/ornamentos.

Quarto:
(60 d.C. – 79 d.C.) uma mistura do segundo e do terceiro estilo, contendo ambientações teatrais com referências próximas as pinturas gregas, porém enfatizavam principalmente a força e o poderio romano.


Villa dei Misteri (cerca de 60 a.C. – 50 a.C.)

Um dos maiores exemplos do pós-segundo estilo de pintura romana está presente nos grandes afrescos de Villa dei Misteri. Localizado próximo ao monte Vesúvio, não sofreu graves danos com a erupção de 79 d.C.

O afresco está disposto no começo da Villa, em um dos cômodos mais importantes (sala de jantar – triclinium) de uma suposta mansão de um rico proprietário que não economizou na produção e no uso de finos materiais para acabamento do mural.

O mural é composto por uma série de quadros, parecidos com um palco de teatro, que relatam os ‘mistérios’ de um ritual de inclusão da mulher na sociedade.

As efígies

São retratos, representações ou esculturas de pessoas já falecidas. Parte importante dos costumes religiosos em homenagem eterna ao finado. Essa tradição passou a fazer parte de vez nos rituais funerários após a generalização do enterro no lugar da cremação.



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