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A migração em São Paulo


   
Para entendermos melhor a migração no Estado de São Paulo e, sobretudo, na cidade de São Paulo, vejamos os dados apresentados no site da Prefeitura de São Paulo.

No ano de 1950, Minas Gerais era responsável por 50% do fluxo migratório e a Bahia, por 17,56%. Migrantes de outras regiões representavam o restante.

Na região Nordeste, o aumento do número de migrantes deveu-se, principalmente, à seca que atingiu a região. Eles chegavam no famoso pau de arara, caminhão que os transportava em condições precárias de segurança.

Os migrantes se espalharam por todo o Estado de São Paulo, mas se concentraram mais na região metropolitana. Isso fez com que a população da região crescesse em torno de 56,6% entre 1960 e 1970.

Segundo a Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade), na década de 1960 chegavam à cidade em torno de 128 mil migrantes por ano. Na década de 1980, por sua vez, esse número já tinha baixado para 68 mil.

Esse é um dos principais motivos pelo qual a cidade de São Paulo é conhecida por abranger tantas tradições e culturas.

Voltando para casa
Durante muito tempo foi grande o fluxo migratório entre determinadas regiões do país, sobretudo nas regiões Nordeste e Sudeste. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), começou a haver uma espécie de volta para casa na última década; ou seja, uma parte da população que havia migrado voltou para seu local de origem.
  O desenvolvimento da região Nordeste nos últimos anos foi um dos fatores influenciaram esse retorno.




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