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A ascensão do capitalismo

iStockphoto / Thinkstock / GettyImages
Os portos viviam lotados, os mercadores lançavam-se ao mar com o sonho do lucro


Por meio da centralização política, foi possível a unificação dos pesos e medidas, das moedas, das leis, dos impostos. Enfim, não havia mais barreiras ao comércio interno. Foi o período de fortalecimento do sentimento nacional.

Por isso, considera-se que o Estado Absolutista foi um dinamizador da economia, uma vez que os soberanos perceberam que com o aumento do comércio e das indústrias ampliavam os ganhos em impostos. Contudo, acabou por gerar dentro de sua própria política o principal motivo para sua decadência, a excessiva tributação para manutenção do corpo aristocrático.

Enfim, a partir do século XVI, a economia europeia sofreu mudanças radicais. Os comerciantes, em especial os das cidades portuárias, conseguiram acumular grandes riquezas graças ao comércio dos produtos que chegavam das colônias europeias nas Américas e na Ásia.

A difusão de novas formas de crédito estimulou a acumulação do capital e a mentalidade mudou: o dinheiro não mais se destinava ao luxo como antes. A partir de então, ele tornou-se capital, ou seja, era utilizado visando o lucro. A tendência ao excesso diminuiu em favor da poupança. Nascia um novo comportamento econômico, marcado pela acumulação de capitais e ligado, principalmente, à burguesia.




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