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Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias.  

Som

serazetdinov / Shutterstock
megafone
Ao falar, é possível notar que uma região da garganta vibra. Essa vibração é amplificada quando atinge a nossa caixa de ressonância situada na região craniana e que envolve o maxilar e a região nasal. As ondas oriundas das vibrações das cordas vocais se amplificam produzindo o som de nossas vozes. O que define a diferenciação de voz masculina e feminina é associado ao timbre.

Todo som tem o mesmo princípio: a oscilação. Se observarmos um alto falante, veremos que para produzir as ondas sonoras ele descreve um movimento de vai e vem. Praticamente tudo dentro da atmosfera terrestre pode produzir tais vibrações, que podem ser interpretadas como ruído, mas esse tipo de fenômeno só pode ser identificado quando essas vibrações encontram um receptor, como os nossos ouvidos. As ondas sonoras atingem o tímpano, que vibra e leva esse sinal ao cérebro, que transforma a informação em som.


O volume sonoro (mais conhecido, formalmente, como intensidade sonora) está associado à amplitude da onda (que, por sua vez, está associada à pressão que gera as compressões e rarefações que definem a onda). A intensidade sonora pode ser definida matematicamente por:



Em que, no SI:

I (intensidade) é medido em w/m2 (watt por metro ao quadrado)
Pot (potência) é medida em W (watt)
A (área) é medida em m2 (metros quadrados)

Apesar de ser a unidade da intensidade sonora no SI, essa não é a forma mais comum de medi-la. Geralmente, a unidade usada é o decibel. O ouvido humano consegue interpretar apenas uma faixa de intensidade que está compreendida entre aproximadamente 10 decibéis e 90 decibéis.

Assim como a intensidade, o ouvido humano também consegue perceber a frequência de um som apenas em uma determinada faixa, compreendida entre, aproximadamente, 20 Hz e 20.000 Hz.




















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