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A influência das Guerras na produção de HQs

Na década de 1940 a produção de HQs sofreu uma grande influência política por conta da Segunda Guerra Mundial. Nesse período surgiu o Capitão América, que combatia seus inimigos apenas com um escudo. Algumas pessoas afirmam que havia uma analogia ao apresentar um personagem que não utilizava armas de fogo, apenas um escudo, como se a América só estivesse se defendendo dos ataques ocorridos contra ela.

Foi também nos anos 1940 que as HQs começaram a se voltar também para o público adulto. As crianças, que sempre gostaram das histórias, cresceram e continuaram com o hábito da leitura, por isso essa popularização entre os adultos.

Nos anos 1950, novos vilões e super-heróis foram criados. Durante a Guerra Fria, Stan Lee foi um dos artistas que mais se destacou com a criação de personagens como Homem Aranha, Quarteto Fantástico, O Incrível Hulk, Thor, X-Men, entre outros. Outro artista que também se destacou foi Charles Schulz, com Peanuts (Minduim). Um menininho complexado chamado Charlie Brown e um cachorro filósofo chamado Snoopy dialogavam sobre diversos assuntos e o texto ganhou mais importância dentro do mundo das HQs.

Neftali/Shutterstock
O cachorro Snoopy, personagem da HQ Peanuts, estampou até selos nos EUA


Na década de 1960 os quadrinhos de super heróis se consolidaram e nos anos 1970 surgiram os quadrinhos underground. Lançados por editoras independentes, esses quadrinhos eram vendidos de mão em mão, tinham um desenho mais livre e os personagens eram mais irreverentes. Robert Crumb foi um importante nome desse período.




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