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  A matriz negra   
Pluralidade Cultural  

Oralidade

meunierd/Shutterstock


É a fala que dá forma ao passado.

Aada koy demnga woni (Fulfulde)

Lammii ay dekkal demb (Wolof)


A historiografia europeia sugeriu a distinção entre ciência histórica propriamente dita e a história literária ou das ideias, mas essa separação é aplicável e justifica-se somente em contextos específicos.

Os Bakongos de civilização Bantu e os Susu, que são Sudaneses, deixaram pouquíssimos textos e em alguns casos nenhum, que correspondem às regras de uma ciência histórica moderna, mas por outro lado produziram como fonte de informação um riquíssimo arsenal literário oral de obras que hoje certamente seriam classificadas como contos, narrativas, crônicas, novelas, epopeias históricas, lendas, obras filosóficas, mitos, lendas, reflexões técnicas, religiosas ou sagradas.

Toda essa herança deixada por esses povos elucidam o verdadeiro, o cotidiano e também a ficção, eventos que podem ser datados e outros mitos puramente criados ou imaginados.


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