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Métodos proibidos

Tarapong Pattamachaiyant/Shutterstock
De detecções mais difíceis, os métodos proibidos também aumentam a capacidade física


Conheça a seguir alguns desses métodos e suas finalidades:


Antigamente alguns atletas costumavam adicionar saliva, cerveja ou mesmo uísque em suas amostras de urina, para assim alterar seu pH. Existiram também muitos casos de troca de amostras de urina. Essas fraudes são muito fáceis de serem detectadas e não acontecem mais hoje em dia.

Dopagem bioquímica

Esse método consiste em uma transfusão em que o sangue do atleta é injetado nele mesmo com o objetivo de aumentar o transporte de oxigênio nos tecidos.

Essa técnica aumenta a capacidade aeróbica do infrator, mas também o expõe a riscos, uma vez que o sangue deve ser retirado cerca de 30 dias antes da competição e reinjetado na véspera. O mau armazenamento desse sangue pode causar problemas vasculares (embolia) e contaminações.

O aumento repentino de sangue também aumentará a pressão, podendo gerar problemas coronários e derrames cerebrais.

Dopagem física

Método em que os músculos dos atletas são estimulados por eletrodos. Não há meios de prová-lo e seu uso pode causar rupturas musculares.

Dopagem genética

Essa prática de manipulação do DNA altera a produção normal de hormônios, melhorando assim o desempenho do atleta infrator.

Veja aqui lista de substâncias proibidas completa adotada pela Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem.



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