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A resistência no Recôncavo Baiano

Biblioteca Virtual 2 de julho
Joaquim Pires de Carvalho e Albuquerque d’Ávila Pereira ou Coronel Santinho, responsável pela organização militar dos baianos no início do conflito pela Independência
Em oposição ao governo do General Madeira de Mello, muitas famílias abandonam a capital da província e seguiram para as vilas do Recôncavo Baiano. A primeira mostra da resistência ao governo de Madeira de Mello foi dada com a aclamação de D. Pedro na Câmara de Santo Amaro. Os portugueses reprimiram violentamente o ato, a vila foi bombardeada por uma canhoneira, após algum tempo, os baianos conseguiram conter a embarcação e controlar a situação.  

No dia seguinte, decidiu-se pela organização de uma Junta Interina, Conciliadora e de Defesa. Com o objetivo de governar as vilas rebeldes da região. A primeira medida foi o envio de mensageiros às outras vilas e povoados informando da Aclamação de D. Pedro e da repressão portuguesa aos atos, pois pretendiam a adesão do maior número de pessoas à causa patriótica. Além disso, passaram a tentar organizar as forças “militares” de resistência, que ficaram a cargo de Joaquim Pires de Carvalho e Albuquerque d’Ávila Pereira, o coronel Santinho.



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