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Ciências Humanas e suas Tecnologias.  

Lorde Cochrane e o fim do conflito

DEA / M. SEEMULLER
Thomas Cochrane
Além de Pierre Labatut, D. Pedro contratou também Lorde Cochrane, veterano da marinha inglesa, para organizar a esquadra brasileira e atacar os navios portugueses que estavam estacionados na costa da Bahia. Apesar dos poucos recursos da marinha brasileira, a reputação de Cochrane contava a favor do Brasil.

Mesmo com diversos problemas, como a inexperiência dos marujos e as embarcações ultrapassadas, ele conseguiu diversas vitórias frente a esquadra portuguesa. Para se ter uma ideia, Cochrane, auxiliado por João da Botas, apreendeu 11 embarcações de Portugal entre maio e junho de 1822.

Quando Cochrane já aprontava sua tripulação para uma invasão a Salvador, no dia 2 de julho, recebeu do General Lima e Silva as notícias de que os portugueses preparavam sua retirada. Apesar da assumida derrota portuguesa, Lorde Cochrane seguiu os navios portugueses até a região das Ilhas Canárias. Nessa perseguição, Cochrane afundou e aprisionou diversos navios. Além disso, Jonh Taylor, navegador inglês que lutava ao lado de Cochrane, permaneceu na perseguição até a entrada do Rio Tejo, onde afundou outros quatro navios. Com isso, consolidava-se a independência brasileira na região da Bahia.



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