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Veja como o buraco aumentou

  
Três Brasis
 
Em setembro de 1981, o buraco no ozônio era ainda bem pequeno (repare na cor azul-clara sobre a Antártica). Doze anos depois, em 1993, a situação era nitidamente mais grave. Apesar das restrições ao uso de clorofluorcarbono (CFC) em todo o mundo, em setembro de 2000 o buraco atingiu seu maior tamanho.

Toda a mancha azul-escura e azul-clara é o buraco na camada de ozônio, equivalente a mais de três vezes a área do Brasil. Os pontos azuis-escuros, marcados com as setas, representam as áreas em que a concentração de ozônio está bem abaixo de 150 Dobson, nível de altíssimo perigo para os seres vivos. O problema é tão sério que o filtro solar da Terra ganhou uma data especial: 16 de setembro é Dia Internacional de Preservação da Camada de Ozônio.


Boas notícias

Uma das primeiras medidas mundiais para a preservação da camada de ozônio foi tomada em 1987, com o Protocolo de Montreal, que proibia os compostos à base de clorofluorcarbono – substância capaz de destruir o ozônio da nossa atmosfera –, o que não impediu que muitos países continuassem a usá-lo por muitos anos. Apesar disso, os níveis de CFC na atmosfera estão diminuindo num ritmo que permite supor sua extinção até meados do século.

Entre 1986 e 2008, os níveis de CFC na atmosfera caíram 99,7%. Por isso, alguns cientistas preveem que o buraco da camada de ozônio da atmosfera deve se extinguir em 50 anos.



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