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Fóssil conta tudo

Homens e dinossauros nunca viveram juntos. A gente só sabe que esses répteis – e outros seres vivos – habitaram a Terra por causa dos vestígios deixados por eles: os fósseis. No caso dos dinossauros, os ossos, os dentes e, em descobertas recentes, os órgãos ajudam a reconstruir sua história.
 

Descoberto por pesquisadores, o fóssil é remontado para formar o esqueleto do dinossauro. A partir dessa reconstituição, é possível imaginar como era sua aparência, seu tamanho, os órgãos internos, seus hábitos alimentares e seu comportamento


Glossário
• Fóssil: restos de seres vivos ou marcas deixadas por eles em épocas geológicas anteriores.
• Petrificado: transformado em mineral.

Como os pesquisadores sabem a idade dos fósseis?

Existe a técnica do carbono-14, desenvolvida na década de 1940, que é amplamente utilizada na paleontologia para datar fósseis. O carbono-14 é um isótopo estável que está presente na atmosfera e também em nosso organismo em uma proporção constante com o carbono normal. Quando morremos, esta proporção começa a mudar – a quantidade de carbono normal não se altera; porém, o carbono-14 começa a diminuir vagarosamente. O isótopo possui uma meia-vida de 5730 anos, o que significa que depois de 5730 anos de morte do organismo, a quantidade de carbono-14 presente cai pela metade. Sabendo isto, os pesquisadores comparam a proporção entre carbono normal e carbono-14 do fóssil com a de um organismo vivo, podendo assim determinar a idade deste fóssil.


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