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Estimulantes, depressores e perturbadores

Ao longo da história, as drogas foram usadas por vários povos com objetivos medicinais, religiosos ou simplesmente pelo prazer de experimentar novas sensações. Isso é explicado pelas diferentes atuações de cada uma dessas substâncias no organismo.


Independentemente do efeito que causam, as drogas agem no sistema nervoso central
O que é droga?
 
Droga é toda substância não produzida pelo organismo humano e capaz de gerar alguma alteração em seu funcionamento. Denominamos essas substâncias de exógenas, ao passo que aquelas produzidas pelo organismo são chamadas de endógenas. Assim, podemos incluir nessa definição não só as drogas ilícitas, como a maconha e a cocaína, mas também todas aquelas que são permitidas pela lei, como a aspirina para dor de cabeça e as bebidas alcoólicas. Algumas drogas são capazes de alterar nosso comportamento e a maneira como nosso cérebro processa as informações que recebe do ambiente. Essas drogas são chamadas de psicotrópicas.
 

Três grupos

De modo geral, é possível dividir as drogas em três grandes grupos:
 
1- Depressores de atividade do sistema nervoso central (SNC): são substâncias que diminuem a atividade do nosso cérebro. Entre os principais depressores estão o álcool, os soníferos, os barbitúricos, os opiáceos (morfina, heroína, codeína etc.) e os inalantes e solventes.
 
2- Estimulantes de atividade do sistema nervoso central: são substâncias que aumentam a atividade cerebral. A mais conhecida droga estimulante é a cocaína e seus derivados.
 
3- Perturbadores das atividades do sistema nervoso central: são as drogas que não aumentam nem diminuem a atividade do cérebro, mas modificam seu funcionamento. Pertencem a este grupo a mescalina, o tetra-hidrocanabinol (THC; substância encontrada na maconha), a psilocibina (encontrada em alguns cogumelos), o LSD e o ecstasy.
 
Atenção!
Dizer que uma droga diminui ou estimula a atividade do SNC não significa necessariamente lentidão e velocidade. O álcool, por exemplo, é um redutor de atividade. Seu uso diminui as funções do cérebro responsáveis pela censura, por exemplo. Como consequência, o usuário fica eufórico e desinibido. O mesmo cuidado deve ser tomado com os estimulantes do SNC. O fato de o sistema nervoso central estar estimulado pela cocaína, por exemplo, não significa que será capaz de realizar pensamentos mais rapidamente, embora o usuário tenha esta sensação. O estado de estímulo anormal do SNC leva, na realidade, à dificuldade de concentração e, portanto, à perda de eficiência em muitas atividades.
 
 
Nas telas seguintes, você conhecerá um pouco mais sobre a ação das mais conhecidas drogas ilícitas.


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