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Ecstasy

Origem

O ecstasy, nome comum para a metilenodioximetanfetamina (MDMA), é uma droga sintética, totalmente produzida em laboratório. Foi sintetizada pela primeira vez em 1914, por cientistas do laboratório Merck, na Alemanha. A substância já foi utilizada em medicamentos para emagrecimento, mas tornou-se popular em meados dos anos de 1980, como estimulante nos clubes de música eletrônica e dance music.

Formas de consumo

O ecstasy é comumente ingerido sob a forma de pílulas, mas também pode ser injetado ou aspirado.


Como age

O ecstasy, assim como as anfetaminas (substâncias de estrutura química parecida), atua como estimulante e perturbador do sistema nervoso central. O ecstasy interfere nos receptores do neurotransmissor dopamina e também na produção e na degradação da serotonina.

Efeitos físicos

O ecstasy provoca aumento da temperatura corporal (hipertemia), alterações nas habilidades motoras e inapetência (perda do apetite). A hipertemia pode causar desidratação e levar à morte. O uso frequente causa danos permanentes ao cérebro. Também atua em outros órgãos do corpo, causando degeneração muscular e enfraquecimento do músculo cardíaco, bem como lesões no fígado.

Efeitos psíquicos

O ecstasy leva a um estado eufórico e inquieto, além de provocar aumento da libido (desejo sexual), sensação de bem-estar e intensificar a percepção de sons e cores. Por isso, a droga tem sido muito utilizada em casas noturnas e foi associada à cultura dance na década de 1980 e à cultura clubber nos anos 1990, apesar dos drásticos efeitos de degradação física associados à sua utilização.


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