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Um reino para os fungos

Nas classificações antigas, os fungos eram agrupados no reino vegetal, ao lado das plantas. Mas os cientistas verificaram que, ao contrário dos vegetais, os fungos não são capazes de fabricar seu próprio alimento, ou seja, são heterótrofos. Além disso, esses pequenos seres também possuem algumas características dos animais. Por isso, ganharam um grupo à parte: o reino dos fungos. É um reino muito numeroso. Até hoje, foram descobertas cerca de 100.600 espécies. Sua função para o equilíbrio da natureza é muito importante: os fungos são responsáveis pela destruição dos restos de matéria orgânica, possibilitando o aproveitamento desta pelos novos seres que nascem. Essa característica, no entanto, tem seu lado negativo, uma vez que é essa atividade de decomposição que destrói roupas, objetos de couro, de madeira e tantos outros, além de apodrecerem alimentos também. Algumas espécies são microscópicas, como os levedos, usados no processo de fermentação. Outras são bem visíveis, como vários tipos de cogumelos, havendo inclusive uma espécie de cogumelo gigante.
 
 
Você sabia?

Aquele cogumelo vermelho de pintinhas brancas, popularizado nas histórias infantis de fadas e gnomos das florestas, é uma espécie alucinógena (Amanita muscaria). Originário do Hemisfério Norte e por isso famoso nas lendas europeias, se ingerido esse fungo pode causar alucinações, tonturas e vômitos, entre outros sintomas. No Brasil, foi encontrado pela primeira vez em Curitiba, introduzido acidentalmente.
 
 


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