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Quadrilha e pau-de-sebo

Em 1808, com a chegada da Corte portuguesa ao Brasil, difundiu-se, entre outras coisas, uma dança de origem francesa que logo caiu no gosto popular e foi incorporada às festas juninas: a quadrilha. Além dela, atualmente também são comuns folguedos e danças específicas de cada região do país. Por exemplo, no Nordeste dança-se o coco e o boi-de-são-joão. Nas regiões cafeicultoras, o cateretê, a cana-verde, o samba-de-lenço, a ciranda e o batuque. No Amazonas, a polca, a valsa e o samba.


 

Vamos dançar! 

Na quadrilha, homens e mulheres, de braços dados, entram em fila, puxados pelo 'marcante' e pelo 'contramarcante', que determinam a ordem dos passos. Veja o significado de alguns comandos e repare a origem francesa da maioria das palavras:  

• Balancê (Balancer): Os casais dançam juntos balançando em seus lugares.

• Cumprimento vis-à-vis; anavan; tu (Vis-a-vis; en avant; tout): Em filas defronte uma da outra, homens e mulheres avançam até se encontrar e se cumprimentam.

• Anarriê (En arrière): Homens e mulheres voltam a seus lugares.

• Balancê com seus pares. Tur (Tour): Os pares, rodando, dão uma volta no mesmo lugar.

• Otrefoá (Autrefois): Repetem o Balancê.

• Viravortê: Em círculo, cada cavalheiro passa a dama para o cavalheiro de trás. O mesmo passo é repetido até que todas alcancem novamente seus pares.
 
Pau-de-sebo 
 
É uma das brincadeiras mais comuns das festas juninas e tem origem portuguesa. Prêmios são colocados na ponta de um mastro engraxado com sebo. Ganha quem conseguir escalar o mastro, que tem no mínimo 5 metros de altura, e pegar a prenda. 


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