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Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias.  

Sentidos de orientação

Cães conseguem direcionar seu pavilhão auricular para ouvirem melhor
O olfato dos mamíferos é muito desenvolvido. Ele é utilizado para procurar alimento, identificar outros organismos e reconhecer o sexo oposto. Os machos de algumas espécies podem perceber o odor de uma fêmea a vários quilômetros. A visão dos mamíferos não é tão desenvolvida quanto a das aves. Outros sentidos dos mamíferos: paladar, tato, audição.

O sentido da audição é mais desenvolvido nos mamíferos do que nos répteis e nas aves. A orelha interna é muito complexa. Na orelha externa existe um pavilhão auricular, que na maioria dos casos se move e permite dirigir as ondas sonoras até o conduto auditivo.
 
 
As baleias emitem sons que, ao rebaterem em objetos ao seu redor, permitem que elas se orientem no espaço.
 

Clique na figura e veja como é o aparelho circulatório dos mamíferos.
O aparelho circulatório

Nos mamíferos, a circulação do sangue percorre um duplo circuito. No primeiro, entre o coração e os pulmões, o sangue é oxigenado. No segundo, entre o coração e os tecidos, o sangue distribui oxigênio a todas as células do corpo. O coração está dividido em quatro cavidades: dois átrios e dois ventrículos. Dessa forma, o sangue oxigenado não se mistura com o sangue rico em gás carbônico, o que aumenta o aproveitamento do oxigênio para a produção de energia. Os mamíferos são homeotermos (podem manter sua temperatura corporal constante independentemente do meio externo no qual se encontram).
 
 

A audição e o olfato permitem que os mamíferos permaneçam em estado de alerta e percebam o perigo.
 
 
A reprodução

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Os mamíferos têm reprodução sexuada. Os machos possuem um órgão copulador que lhes permite introduzir os espermatozoides no corpo da fêmea. São vivíparos: uma vez fecundado, o óvulo se transforma num embrião que se desenvolve dentro da mãe. Dessa forma, a mãe pode dar ao filhote o alimento e o oxigênio necessários para seu desenvolvimento e, ao mesmo tempo, recolher o dióxido de carbono e os produtos residuais para eliminá-los do corpo.  

 
O viviparismo (desenvolvimento do embrião dentro do organismo materno) é possível porque a mãe e o filhote estão ligados pela placenta. A placenta é um órgão que permite o contato entre o sangue materno e o do filhote.
 
 


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