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Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias.  

Os peixes ósseos

Por meio de técnicas radiológicas, observa-se claramente a coluna vertebral, que vai da cabeça do animal até a cauda, e as diferentes espinhas que dão suporte às barbatanas
Os peixes ósseos adaptaram-se a quase todos os ambientes aquáticos. Seu esqueleto é formado por crânio, coluna vertebral e por um conjunto de ossos que sustentam as duas extremidades anteriores ou barbatanas peitorais e as duas extremidades posteriores ou barbatanas pélvicas. Além disso, possuem uma barbatana dorsal (situada na parte superior do corpo), uma anal (na parte inferior) e uma caudal (no extremo posterior do corpo). A barbatana caudal é sempre homocerca, ou seja, é sempre formada por dois lóbulos iguais. 
 
 
 
Os órgãos sensoriais

Os órgãos sensoriais dos peixes ósseos são muito desenvolvidos. Na cabeça, encontram-se os olhos, sem pálpebras e muito bem adaptados à visão subaquática. Sobre a boca, estão as fossas nasais, pequenos sacos com função olfativa e de importância vital para detectar o alimento.
 
Para lembrar:
Outro órgão sensorial dos peixes ósseos é a linha lateral, formada por um conjunto de escamas com poros que contém internamente células ciliadas que servem para perceber os movimentos da água.
 
A respiração

Os peixes ósseos têm respiração branquial. A água entra pela boca até chegar às brânquias, que são um conjunto de lâminas vascularizadas (envolvidas por grande número de vasos sanguíneos) e responsáveis por recolher o oxigênio da água e distribuí-lo por todo o corpo e liberar o gás carbônico do sangue para a água em circulação nas brânquias.
 
As lâminas membranosas que formam as brânquias e que são suportadas pelos arcos branquiais podem ser observadas ao se levantar o opérculo.

As brânquias são recobertas pelos opérculos – placas ósseas que se movem e permitem a saída da água aspirada pela boca.

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A reprodução

A reprodução dos peixes ósseos é sexuada. As fêmeas expulsam os óvulos na água e depois os machos liberam seus espermatozoides sobre eles. Geralmente, elas põem uma grande quantidade de ovos, mas como a maioria não cuida dos ovos, muitos são devorados por outros animais. Ao desovar tal quantidade, as mães estão assegurando que alguns filhotes sobrevivam e cheguem à fase adulta.
 
Para lembrar:
Alguns peixes ósseos são vivíparos: a cria desenvolve-se no interior da mãe, que o alimenta através de um saco vitelino muito vascularizado.
 


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