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  Animais vertebrados   
Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias.  

O sistema nervoso

O cérebro dos répteis é mais evoluído do que o dos anfíbios. Seu olfato é bem desenvolvido, contando com um órgão presente em muitos répteis (como em serpentes e lagartos), o órgão de Jacobson, que intervém no reconhecimento sexual e no acompanhamento do rastro deixado pelas presas. O movimento de dardejar a língua desses répteis está associado à captação de cheiro pelo órgão de Jacobson.
 
A circulação

O sistema circulatório dos répteis apresenta uma separação parcial entre os sangues oxigenado e não oxigenado. Existem dois átrios e um ventrículo parcialmente dividido por uma parede fina em lados direito e esquerdo. Nos répteis crocodilianos, há dois ventrículos totalmente separados.
 
A digestão

Nos camaleões, a língua serve para capturar o alimento
O alimento é capturado com os dentes ou com a ponta da língua, como no caso do camaleão. Os dentes possuem forma cônica, mas em alguns répteis podem ter a forma de placas trituradoras, dentes venenosos ou outras estruturas. A língua varia muito: em alguns répteis, apenas se movem (crocodilos), ao passo que em outros, é comprida e muito móvel (serpentes).
 

Para lembrar:

Os répteis são em sua maioria carnívoros e alguns podem até engolir presas inteiras.  As serpentes são animais que geralmente engolem presas inteiras, primeiro matando-as por estrangulamento, no caso das constritoras, ou por envenenamento, no caso das peçonhentas.
 
A reprodução

Apresentam órgãos copuladores para a fecundação interna. A maioria dos répteis é ovípara, mas muitas fêmeas de sáurios e serpentes retêm os ovos dentro de seus ovidutos até que estejam prontos para eclodir. Animais com esse tipo de desenvolvimento embrionário são chamados de ovovivíparos.

As crias dos répteis possuem mecanismos especiais que as ajudam a sair do ovo. Nas serpentes, por exemplo, existe o "dente do ovo" que serve para quebrar a casca.

 
 
Para lembrar:

Os répteis são animais pecilotérmicos ou ectotérmicos, isto é, sua temperatura varia de acordo com a do meio externo. Quando faz frio, esquentam-se ao sol ou sobre rochas quentes; e quando faz muito calor, refugiam-se debaixo de vegetação ou em tocas.




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