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Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias.  

Gestação

Imagem mostra desenvolvimento de embrião da fecundação até o estágio de blastocisto e a implantação dele na parede do útero
Da fecundação à nidação

O zigoto começa a se dividir. Primeiro em duas células, depois em quatro, oito, dezesseis e assim progressivamente. Por volta do quarto dia, o zigoto encontra-se numa fase do desenvolvimento embrionário chamada blastocisto e se desloca em direção ao útero através da tuba uterina.

Por volta do sétimo dia, chega ao útero e se implanta em sua mucosa graças ao trofoblasto, uma camada que o reveste externamente, iniciando a formação da futura placenta. A partir desse momento, o embrião não mais se movimenta até completar seu desenvolvimento. A isso se dá o nome de implantação do embrião ou nidação. O futuro embrião, cada vez mais complexo, é cercado por vilosidades coriônicas formadas pelo trofoblasto.


Ao realizar uma amniocentese, o médico simultaneamente realiza o ultrassom para saber a localização do feto e não
lhe causar danos. O exame é feito por meio de uma amostra de líquido aminiótico retirado da barriga da mãe com uma agulha
O diagnóstico pré-natal

Atualmente, existem técnicas muito avançadas para estudar a evolução e o estado do feto durante a gravidez, como a ultrassonografia ou ecografia, a amniocentese e a biópsia de vilo corial (estudo das vilosidades coriônicas).

Por meio dessas técnicas, pode-se observar o feto sem nenhum risco (ecografia) e avaliar seus cromossomos para detectar anomalias cromossômicas ou genéticas (por meio da amniocentese e estudo das vilosidades coriônicas).
 

A proteção amniótica

O feto permanece banhado por um fluido chamado líquido amniótico. Também permanece em contato com a placenta da mãe por meio do cordão umbilical. Desse modo, os nutrientes e o oxigênio do sangue materno passam da placenta – através do cordão umbilical – para os vasos sanguíneos do feto.

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As primeiras manifestações

Quando a gravidez vai se aproximando do final, o feto se coloca de cabeça contra o colo do útero. Quando falta pouco para o parto, iniciam-se as contrações da musculatura do útero, que vão aumentando progressivamente de intensidade e de frequência. Ao mesmo tempo, o colo do útero vai se dilatando para permitir a passagem do feto durante o parto. Pouco antes do parto, rompe-se a bolsa e o líquido amniótico vaza.

A amamentação

Durante a gravidez, há um hormônio que ativa o desenvolvimento das glândulas mamárias, aumentando consideravelmente seu tamanho. O parto estimula a secreção de leite, mas é a sucção que o bebê exerce durante a amamentação que estimula a secreção dos hormônios necessários à continuidade da produção de leite pelas glândulas mamárias.

 
A reprodução assistida

Atualmente, os progressos científicos e da medicina reprodutiva dão novas chances aos casais com problemas de infertilidade. Técnicas cada vez mais apuradas de diagnóstico das causas masculinas, femininas ou combinadas permitem selecionar procedimentos menos invasivos e adequados às causas da infertilidade. Entre as opções existentes estão a inseminação artificial, a fertilização in vitro (conhecido popularmente como 'bebê de proveta'), a doação de gametas (óvulos ou espermatozoides) e diversos outros recursos para se conseguir a gravidez. É importante que o casal discuta a fundo com seu médico a escolha do método.


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