Busca  
  Vegetais   
Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias.  

O surgimento das sementes

Estróbilos de diferentes espécies de gimnospermas. Clique na imagem para ampliar
O aparecimento das sementes pressupõe um grande avanço na evolução dos vegetais. Graças à sua estrutura, a semente tem maior probabilidade de sobreviver do que os esporos dos musgos e das samambaias. As sementes das gimnospermas, em geral, encontram-se em uma estrutura em forma de cone e são chamadas estróbilos ou pinhas. Essas plantas não apresentam frutos autênticos, razão pela qual suas sementes são desprotegidas e acabam lançadas diretamente no meio exterior.

Para lembrar:
A semente é uma estrutura formada durante a fase de reprodução, que contém em seu interior uma planta em miniatura (embrião), cercada por substâncias nutritivas e envolta por uma camada dura. Essa cobertura protege o embrião até que as condições exteriores se tornem favoráveis à germinação e à formação de uma nova planta.


O crescimento da madeira

Por suas características, as gimnospermas adaptaram-se muito bem à vida em terra firme, longe da água. Elas possuem vasos lenhosos (xilema), cujas células são cobertas por lignina, que oferece rigidez ao vegetal e conduz a seiva bruta. Outros vasos (floema) conduzem a seiva elaborada, distribuindo-a por todas as células. À medida que a planta cresce e torna-se mais grossa, vão surgindo novas camadas de células endurecidas pela lignina. Desse modo, a planta é capaz de manter-se erguida para melhor captar a luz solar, podendo atingir alturas elevadas.

A casca mais externa de árvores e arbustos é rígida e não é capaz de produzir novas células. Os tecidos que conservam a propriedade de se multiplicar (meristemas), produzindo novas células para o caule, a raiz e a casca, estão em seu interior. É um crescimento de dentro para fora.




Anterior Início Próxima