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Modelo de Thomson

Segundo o físico Joseph J. Thomson, o átomo era maciço, esférico, formado por uma massa fluida positiva cuja carga era neutralizada pelos elétrons, que estariam incrustados no interior dessa massa, como as passas de um pudim. No átomo de Thomson, os elétrons possuíam um único movimento possível, o de vibração.

Modelo de Rutherford

A descoberta da radioatividade ampliou os conhecimentos a respeito da estrutura da matéria. Os físicos Ernest Rutherford e seus alunos, Hans Geiger e Ernest Marsden, aperfeiçoaram o modelo de Thomson. Em 1911, bombardearam uma finíssima lâmina de ouro de mais ou menos 100 nm de espessura (1nm = 10 – 9m) com um feixe de partículas alfa carregadas positivamente, emitidas por um material radioativo chamado polônio. Umas poucas se desviavam, pouquíssimas ricocheteavam e a maioria atravessava a lâmina. Rutherford justificou esse comportamento como sendo de um átomo quase vazio.


O átomo de Rutherford

No átomo de Rutherford, a massa está confinada no centro (núcleo) de uma esfera ampla, ocupada pelos elétrons (eletrosfera). O diâmetro do núcleo é cerca de 10 mil vezes menor que o da eletrosfera e entre eles existe um grande espaço vazio. Ele chamou de número atômico o número de prótons que compõem um núcleo. Ele é representado pela letra Z. Rutherford passou a admitir a existência de partículas sem carga elétrica e com massa semelhante à dos prótons, que teriam a finalidade de diminuir a repulsão entre eles. Essas partículas foram descobertas em 1932, por Chadwich, que as denominou nêutrons. Ao número de núcleons (prótons + nêutrons), Rutherford chamou de número de massa – representado pela letra A.


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