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| Retrato de Luís XIV, rei absolutista da França, em óleo sobre tela de Hyacinthe Rigaud |
Com o declínio do Feudalismo, fenômeno característico do continente europeu, as relações capitalistas foram se consolidando e definindo o que viria a constituir a Idade Contemporânea. Uma das principais características desse período foi a formação de uma nova classe social – a burguesia – que se articulou no comércio, obtendo assim muitos lucros, mas sem poderes políticos.
Diferentemente do processo predominante na Idade Média, no qual o poder dos reis era descentralizado e o controle concentrava-se nos feudos sob a rédea dos senhores feudais, nessa nova fase foi necessário concentrar o poder nas mãos de um só representante, determinando e constituindo o Estado Absolutista. No contexto europeu o poder foi centralizado nos reis, e esses detinham poderes plenos, absolutos e ilimitados; nesse sentido, os reis estariam acima qualquer legislação ou constituição.
As monarquias absolutas foram comuns na Europa durante os séculos XVI a XIX, tendo sido alvo de muitas criticas, principalmente por partes da burguesia, tendo seu declínio marcado por revoltas e conflitos liderados por esse grupo social.
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