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O liberalismo econômico do Governo Collor

Zélia Cardoso de Mello, ministra da Economia de Collor, atrapalha-se tentando explicar o Plano Collor 1.
Fernando Collor de Mello, primeiro presidente eleito diretamente no Brasil após 29 anos, iniciou seu governo com uma atitude radical: o bloqueio do dinheiro nas contas bancárias cujo saldo estava acima do valor de 50 mil cruzados novos (equivalente a US$ 1.300). Collor reafirmou a tradição autoritária da maioria dos administradores públicos em nome da estabilização econômica — confiscos (ao proibir os saques nas contas bancárias), impostos compulsórios e congelamento de salários.
 
O Plano Collor 1 visava:

• Diminuir o consumo, por meio do enxugamento da circulação de moeda, e com isso forçar a queda dos preços.

• A abertura da economia, baixando as tarifas de importações.

• A diminuição do déficit público, com uma reforma administrativa e o processo de privatização das estatais.
 
Esse plano naufragou devido, principalmente, ao desgaste do governo e à perda de credibilidade de seus membros. Collor sofreu um impeachment e renunciou em dezembro de 1992.
 


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