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Ciências Humanas e suas Tecnologias.  

Ocupação do território


Os espanhóis foram os primeiros europeus a chegar à Amazônia. Mas, apesar da presença deles e de outros estrangeiros, os portugueses ocuparam efetivamente o território. Entre os séculos XVI e XVIII, garantiram a posse das terras, instalando vilas, cidades, fortes e missões religiosas. Essa conquista foi feita à custa do trabalho compulsório do indígena.
 
 
O apogeu da borracha

A partir de 1840, a Amazônia entrou em uma fase de prosperidade econômica baseada na extração do látex para a produção da borracha. Com a riqueza acumulada, as cidades amazônicas foram embelezadas, o governo arrecadou impostos e a elite enriqueceu. Mas as relações sociais pouco se alteraram. Embora não houvesse mais a escravidão indígena, os seringueiros trabalhavam compulsoriamente. Grandes empresas estrangeiras ligadas à exportação da borracha entraram na área.
 
Hoje, há cerca de 270 mil indígenas no Brasil. Destes, quase 75 mil, ou 27,5% do total, estão na Amazônia.
Desenvolver sem destruir


Após a decadência da borracha (1913), a Amazônia continuou sendo uma importante fonte de riqueza para o país. No início do século XX, o marechal Cândido Rondon foi o responsável pela instalação de linhas telegráficas na região, unindo o Norte ao resto do país. Nos anos 50, o governo incentivou a construção de rodovias na região; a partir dos anos 60, estimulou o povoamento, o comércio e a exploração do subsolo. Esses projetos acarretaram um problema até agora não solucionado: a extração predatória e o desmatamento põem em risco a flora e a fauna amazônicas. Diferentes grupos ambientalistas vêm procurando alternativas para conciliar a exploração do território sem prejudicar o meio ambiente.
 
Amazônia Legal
 
Criada em 1966, abrange 4,9 milhões de quilômetros quadrados, cerca de 60% do território nacional. Compreende os Estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e partes do Maranhão, Mato Grosso e Tocantins.
 



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