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O interior do Estado se destaca

Usina São Martinho de açúcar e álcool, em Pradópolis, na região de Ribeirão Preto: interiorização da riqueza no Estado.
Um dos fenômenos mais marcantes que caracterizaram o Estado nas últimas décadas foi o avanço industrial e agrícola. Após o ciclo do café, as lavouras paulistas diversificaram-se. A cana-de-açúcar e a laranja destacam-se pelas altas taxas de produção. A ampliação da pecuária também foi marcante nessas últimas décadas. Hoje, o Estado é responsável por mais de 30% do Produto Interno Bruto nacional.

Grandes centros regionais repetiram o modelo da capital, ocupando uma população que trabalha igualmente no setor de serviços, indústria e comércio. O alto padrão de vida torna o interior um mercado consumidor de interesse para a distribuição comercial.



Enquanto isso...
Em São Paulo, o inchaço da metrópole significou um declínio da qualidade de vida de milhões de habitantes, mas não impediu que os investimentos continuassem a chegar. Bombaim, na Índia, teve um crescimento comercial e industrial promissor a partir de 1850 e experimentou uma explosão populacional. Mas no início do século XX ainda era um bom lugar para se viver. Até a década de 1950, quando o Japão passou a despontar no cenário industrial, era a cidade mais rica da Ásia. Com a intensa migração do campo para a cidade, nos anos de 1970, tinha quase 6 milhões de habitantes, a maioria vivendo nas ruas. Nos anos de 1990, a população de quase 10 milhões de habitantes continuou crescendo e os problemas urbanos têm-se agravado pelos conflitos político-étnicos e pelo aprofundamento da miséria.


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