 | | | Forte dos Reis Magos, Natal, RN |
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A mistura de raças no Rio Grande do Norte
A colonização do Rio Grande do Norte foi marcada pela presença de franceses, holandeses e portugueses, além de escravos e índios, que constituíam a mão de obra compulsória.
Os franceses chegaram em 1535. Estabeleceram feitorias no litoral para comercializar o pau-brasil com os índios. No final do século XVI, os portugueses fixaram-se na região, construindo o Forte dos Reis Magos e fundando a Vila de Natal (1599).
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A Paraíba dos engenhos
 | | | Engenho na Paraíba, de Frans Post, 1645. Acervo da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro |
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No início, a área era povoada, principalmente, pelos índios tabajaras e potiguares, da nação tupi. Os portugueses não se importaram com a colonização até se sentirem incomodados com a presença francesa na região. Por volta de 1570, Portugal impulsionou a colonização, instalando, até 1618, cerca de 20 engenhos e inúmeras fazendas de criação de gado. Essa prosperidade fez com que os holandeses voltassem as atenções para a Paraíba, onde permaneceram entre 1634 e 1645, até serem expulsos pelas forças portuguesas. Maranhão rima com algodão
 | | | Herança da riqueza produzida pela cultura do algodão no Maranhão: o Palácio do Bispo de Oeiras, antiga capital do Piauí |
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A ocupação do Maranhão deu-se pelos franceses, que fundaram São Luís em 1612. Ao serem expulsos, em 1615, a região continuou a ser cobiçada por estrangeiros: os holandeses, que se estabeleceram ali entre 1641 e 1644. A colonização portuguesa, que até então era dispersa, começou a vingar com as missões jesuíticas e a introdução da pecuária sertaneja no início do século XVII. De 1760 até o início do século XIX, o algodão deu destaque ao Maranhão, transformando a região em uma das mais ricas da Colônia.
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