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Ciências Humanas e suas Tecnologias.  

Oposição e situação, golpes e contragolpes

'Largo do Palácio do Governo e Igreja do Colégio dos Jesuítas', São Paulo, 1847, aquarela sobre papel de
Miguelzinho Dutra.
O governo liberal teve vida curta. Seu maior obstáculo foi administrar o país com a oposição da maioria conservadora na Câmara. A solução foi dissolvê-la e convocar novas eleições, marcadas pela violência usada para garantir a vitória dos liberais.

Os conservadores foram afastados dos cargos que ocupavam mas, ao retornarem ao poder em 1841, revidaram o golpe.








O contragolpe

Os conservadores destituíram os liberais de seus cargos no ministério e nos governos provinciais, e aprovaram a reforma do Código de Processo Criminal, acabando com a autonomia das autoridades policiais e judiciárias locais. Os juízes deixaram de ser eleitos para serem nomeados pelo Poder Central. Os liberais não aceitaram as novas medidas e se revoltaram.  

Prédio de Serro (MG), sede do jornal 'Sentinela do Serro', de Teófilo Ottoni, em 1830.
As revoltas liberais


Minas Gerais e São Paulo, principais redutos liberais, foram palco das revoltas de maio e junho de 1842, lideradas por homens como o mineiro Teófilo Benedito Ottoni e o paulista Feijó. Rapidamente, o imperador mostrou a que veio: enviou o Barão de Caxias, experiente com a repressão à Balaiada, para sufocar as novas revoltas. 

Derrotados, os chefes revoltosos ficaram presos até 1844, quando foram anistiados devido à volta dos liberais ao governo. Nele permaneceram até 1848.



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