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A Tríplice Aliança

Durante os primeiros meses da guerra, a surpresa dos primeiros ataques e o despreparo das defesas brasileiras, argentinas e uruguaias garantiram vantagem ao Paraguai.

Quando as hostilidades cresceram, representantes dos governos da Argentina, Brasil e Uruguai assinaram em 1º de maio de 1865 o acordo de formação da Tríplice Aliança. O tratado exigia que a guerra transcorresse até a queda de López do governo e estabelecia que, caso o Paraguai fosse derrotado, deveria pagar uma indenização aos vencedores e submeter seu futuro governante à aprovação dos governos aliados.

Foto: Museu Histórico Nacional do Rio de Janeiro
Tomada do Forte de Curuzu, quadro de Edoardo de Martino. Essa batalha aconteceu em 6 de setembro de 1866.


A aprovação da Tríplice Aliança foi decisiva para impedir os sucessivos avanços das tropas paraguaias. Com o acordo, as nações aliadas passaram a investir maior capital na tecnologia de guerra e intensificaram o recrutamento de soldados. No caso brasileiro, os soldados foram escolhidos entre escravos e marginalizados da corte. Muitos negros foragidos alistavam-se buscando a alforria e muitos outros foram forçados a lutar, substituindo os filhos das famílias de elite que foram dispensados. Na Argentina, também houve um apelo ao serviço dos mais pobres e grandes contingentes foram formados por condenados, requisitados nas prisões.

Instituto Geográfico e Histórico da Bahia
Quartel brasileiro na Guerra do Paraguai, pintor anônimo.




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