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A gangorra política no Uruguai

Na década de 1960, trabalhadores e estudantes protestaram contra a difícil situação econômica do país. O governo pediu ajuda aos militares e aos Estados Unidos para enfrentar o grupo guerrilheiro Tupamaros. As ações dos Tupamaros baseavam-se, principalmente, nos sequestros de embaixadores estrangeiros trocados por militantes de esquerda presos pelo regime. Em 1972, a pedido do presidente Juan María Bordaberry, o Congresso declarou "estado de guerra interna" para combater a guerrilha, dando pleno poder às Forças Armadas. Em 1973, sob intensa pressão dos militares, Bordaberry transformou o Uruguai em uma ditadura feroz.

Lenta transição à democracia

A partir de 1983, enfrentando forte oposição da sociedade uruguaia, os militares viram-se obrigados a negociar. O então chefe do governo, general Gregório Álvarez, renunciou e foi sucedido por Julio María Sanguinetti, eleito pelo voto popular em novembro de 1984. Sua posse, em março de 1985, deu início à redemocratização do país e às investigações sobre o envolvimento de militares em ações contrárias aos direitos humanos durante a ditadura.

Com base em seu papel de condutor da transição democrática uruguaia, Sanguinetti elegeu-se novamente presidente em 1994.


Intervenção brasileira no Caribe

Depois do golpe militar, o Brasil alinhou-se à política norte-americana de combate ao comunismo na América Latina. Além de reconhecer e apoiar as ditaduras vizinhas, o País participou da força militar enviada pela Organização dos Estados Americanos (OEA) para intervir na República Dominicana, em 1966, ao lado de tropas dos Estados Unidos, Nicarágua, Honduras, Paraguai e Costa Rica.
Estátua de Cristóvão Colombo no centro de São Domingos, capital da República Dominicana: berço da América.



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