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Países repensam suas posições

Os presidentes John Kennedy, dos EUA, e João Goulart, do Brasil: relações formais no início dos anos de 1960.

O choque da experiência em Cuba alarmou ainda mais os Estados Unidos, mas também implicou a necessidade de os demais países recolocarem suas posições. Nesse contexto, o Brasil podia ampliar seu leque de relações e negociar melhores parcerias com outras nações que não fossem as grandes potências ou os países europeus.


A vitoriosa Revolução Cubana, liderada por Ernesto "Che" Guevara, abriu uma porta para as ideias comunistas na América Latina.

Política independente


Os governos de Jânio Quadros e de João Goulart desenvolveram o que ficou conhecido como a Política Exterior Independente. Em agosto de 1961, Jânio condecorou "Che" Guevara, um dos principais líderes da Revolução Cubana, com a Ordem do Cruzeiro do Sul. Também estudou o reinício das relações com a União Soviética e mandou seu vice João Goulart à China comunista. Após sua renúncia, em agosto de 1961, as expectativas de que João Goulart seguisse essa orientação de forma ainda mais radical permearam o discurso dos que se opunham ao presidente.

As iniciativas de Jango de rever as facilidades da remessa de lucro para o exterior foram encaradas como tentativas de nacionalização do capital. O presidente não conseguiu obter apoio suficiente para evitar a própria queda.




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