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Os tenentes rebelam-se

Na madrugada do dia 5 de julho de 1924 começou um levante militar na capital paulista contra as oligarquias que comandavam o Brasil desde o início da República. Tropas do Exército e da Força Pública do Estado tomaram os pontos estratégicos da cidade e partiram para ocupar o Palácio dos Campos Elíseos. O governador Carlos de Campos, quando soube do início do movimento, fugiu do palácio e se escondeu, escapando, assim, do ataque dos rebeldes.

Na década de 1920, enquanto os tenentes se rebelavam nos quartéis, o movimento operário se organizava.


Grupo de revolucionários presos, em 1926, na Ilha da Trindade, no Espírito Santo.
Rebeldes rendem-se

São Paulo ficou nas mãos dos tenentistas por 22 dias. Cercados pelas tropas legalistas e sob forte bombardeio, os militares foram derrotados, refugiando-se em Foz do Iguaçu. Saldo final: 503 mortos, 4.864 feridos, entre eles muitos civis que não participaram do conflito, e mais de 10 mil presos.


O movimento tenentista alastrou-se pelo país. Aconteceram levantes em Sergipe, no Amazonas, em Mato Grosso. No Rio Grande do Sul, a revolução estourou no final de outubro. As tropas revolucionárias gaúchas e paulistanas aglutinaram-se, formando a Coluna Prestes.


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