Busca  
  Sociedade   
Ciências Humanas e suas Tecnologias.  

A ditadura enrijece

Os protestos contra o regime partiram de vários setores da sociedade, e os militares passaram a prender, a torturar e a matar seus opositores. Em 1966, a classe estudantil desencadeou uma série de passeatas contra a ditadura.

Em julho, o Congreso da União Nacional dos Estudantes (UNE) elegeu o dia 22 de setembro como o "Dia Nacional da Luta Contra a Ditadura". Apesar da repressão policial, mais de 50 mil estudantes saíram em passeatas em todo o Brasil.


O movimento estudantil em alta: Luís Travassos, presidente da UNE, é capa da revista Realidade, em julho de 1968.


A Passeata dos 100 Mil
Trabalhadores, artistas, intelectuais, estudantes e políticos em ação: Passeata dos 100 Mil, em 26 de junho de 1968, no Rio do Janeiro.

Em 1968, no dia 28 de março, os estudantes promoveram, no centro do Rio de Janeiro, nova manifestação. Houve confronto com a polícia e o estudante secundarista Edson Luís de Lima Souto foi assassinado pelos policiais. Sua morte provocou uma das maiores manifestações públicas contra o governo militar: a Passeata dos 100 Mil. Organizada por estudantes, sindicatos, artistas, intelectuais, políticos e membros da Igreja, a passeata saiu pelas ruas do Rio de Janeiro, no dia 26 de junho de 1968, exigindo o retorno à democracia.


Anterior Início Próxima