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Ciências Humanas e suas Tecnologias.  

Fidalgos e aventureiros

A exploração de suas colônias fez com que Portugal se deparasse com um grave problema: a falta de líderes. Viagens às Índias, a manutenção das possessões na África e a colonização de suas terras na América exigiam um grande número de homens dispostos a deixar a Europa e partir para o desconforto e o perigo. Chegavam aqui fidalgos de confiança do rei, mas também outros que se aventuravam por conta própria. Assim, não era possível uma escolha mais seletiva.

Castelo de Belmonte, em Portugal, que pertenceu à família de Cabral.
Fidalgos e navegadores


A tradição familiar da nobreza portuguesa era um bom indicador da adequação dos comandantes às expedições. A educação dos filhos de fidalgos dava-se na Corte: letras, história, conhecimentos da ciência e da arte militar. Assim, a preparação militar era um valor central na formação dos jovens. Ao se colocarem à disposição do rei, eles já estavam preparados para as tarefas da expansão ultramarina. Pedro Álvares Cabral era filho e neto de navegadores importantes para as conquistas de Portugal. Tomé de Sousa ascendeu por seus méritos como soldado nas esquadras portuguesas.


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