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Marquês de Pombal (1699-1782)

Marquês de Pombal, óleo de Louis Michael Van Loo, 1766.
Sebastião José de Carvalho e Melo foi o braço-direito do rei D. José I durante todo o seu reinado (1750 a 1777). Adepto do despotismo esclarecido, conseguiu transformar a administração, tanto em Portugal quanto na Colônia, com suas atitudes ousadas.

O desafio a poderes tradicionais

Pombal entrou em conflito com a nobreza e a Igreja, especialmente com os jesuítas. Era odiado por seus inimigos e temido por todos. Protegeu a agricultura, o comércio, a indústria e a navegação. Limitou o poder da Igreja no reino, modernizou a Universidade de Coimbra e abriu espaço para os textos de Ciência e Filosofia iluministas.

A reorganização da Colônia
Detalhe do frontão da porta principal do Colégio dos Jesuítas, hoje Faculdade de Medicina da Bahia.

A importância do Brasil na economia portuguesa era um assunto prioritário para Pombal. Assim, empenhou-se em atacar os pontos que lhe pareciam mais frágeis

• Preservar as fronteiras territoriais da Colônia, com fortificações e tratados.

• Substituir o sistema hereditário de capitanias, retomando a posse das terras brasileiras desocupadas para a Coroa.

• Transferir a capital de Salvador para o Rio de Janeiro (1763), para aproximar a região das minas de ouro à sede administrativa da Colônia.

• Expulsar os jesuítas de Portugal e de suas colônias.

A decadência de Pombal

Após a morte de D. José I, em 1777, muitas das alterações implantadas por Pombal foram anuladas por D. Maria I, a Louca, mãe do futuro D. João VI. Esse período ficou conhecido como a Viradeira. A Igreja recuperou a força que tinha anteriormente em Portugal e quase todas as conquistas brasileiras de autonomia e modernização foram abolidas.



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