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Floriano Peixoto

Assim como Deodoro, o segundo presidente da República, Floriano Vieira Peixoto (1839-1895), também nasceu em Alagoas. Formou-se na Escola Militar do Rio de Janeiro, destacando-se na Guerra do Paraguai. Ocupou o cargo de ajudante-general do Exército no Gabinete do Visconde de Ouro Preto – o último do Império –, posição de alta confiança de D. Pedro II. Convidado a participar da conspiração republicana, manteve-se afastado, mas não divulgou a informação.

Na deposição do Visconde de Ouro Preto, Floriano Peixoto recusou-se a defendê-lo, aderindo ao movimento republicano.


Participação no governo Deodoro

Floriano Peixoto foi ministro da Guerra no governo provisório de Deodoro da Fonseca, em substituição a Benjamin Constant. Renunciou ao ministério quando ficou marcante a atuação dos monarquistas junto ao presidente. Após a Constituição de 1891, foi lançado candidato pelos paulistas, opositores de Deodoro, e eleito vice, em 25 de fevereiro. Foi mais aclamado que o presidente. Quando o Parlamento foi fechado, em novembro do mesmo ano, o país explodiu em protestos e Deodoro renunciou, passando o governo a Floriano.

Floriano Peixoto afirmava defender a legalidade e mandava prender os rebeldes. Ganhou o apelido de 'Marechal de Ferro'. Também ficou conhecido como o 'consolidador da República'.


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