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Ciências Humanas e suas Tecnologias.  

A primeira escola brasileira

Os jesuítas foram os primeiros professores no Brasil. Na época da colonização, o ensino ficava a cargo da Igreja Católica. A primeira escola primária brasileira foi fundada em Salvador, em 1549, pelo padre Manuel da Nóbrega. E o primeiro mestre-escola do Brasil foi o jesuíta Rijo Rodrigues.

No ano seguinte, o jesuíta Leonardo Nunes chegou a São Vicente, litoral de São Paulo. Na cidade ele construiu um pavilhão de taipa no qual funcionava também uma escola primária. Em 25 de janeiro de 1554, foi inaugurado o colégio jesuíta da Vila de Piratininga, data hoje comemorada como da fundação de São Paulo. Anchieta, um dos primeiros professores no Brasil, escreveu sobre a primeira casinha construída no local, que servia como moradia e escola: "Celebramos em paupérrima e estreita casinha a primeira missa, no dia da conversão do apóstolo São Paulo e por isso dedicamos a ele nossa casa". Ali moravam 13 jesuítas que tinham a seu cargo duas aldeias de índios com quase mil pessoas. O local tinha apenas 14 passos de comprimento e 10 de largura, incluindo escola, despensa, cozinha, refeitório e dormitório.


A origem do Dia do Professor

A primeira comemoração do "Dia do Mestre" no Brasil aconteceu em 15 de outubro de 1933, realizada no Instituto de Educação do Rio de Janeiro. A iniciativa de criar uma data para celebrar o ofício de professor foi do educador Everaldo Backheuser. Mesmo assim, o "Dia do Mestre" só passou a ser comemorado oficialmente em 1963, com a criação do Decreto Federal nº 52.682. A data marca também a criação dos cursos primários em todo o país pelo imperador D. Pedro I, em 15 de outubro de 1827


A origem da profissão

A origem da profissão de professor vem da Grécia clássica. As cidades de Esparta e Atenas monopolizavam a cultura e colocavam em destaque os filósofos gregos. Eles foram os responsáveis por traçar as primeiras linhas de ação pedagógica, fruto das reflexões filosóficas. Surge, então, a figura do pedagogo: escravo que conduz a criança ao local onde será recebida pelo pedótriba, instrutor físico. Ao lado desses docentes, estava o gramático ou didáscalo – aquele que ensina em qualquer lugar, numa praça, numa esquina, sendo de menor prestígio e malpago.


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