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As origens do povo de Israel (1200 a.C.)

Os hebreus compunham várias tribos de pastores seminômades, procedentes da Mesopotâmia. Algumas dessas tribos, que foram escravizadas no Egito, empreenderam uma longa peregrinação pelo deserto, conduzidas por Moisés (Êxodo). Seu intuito era chegar a Canaã, a Terra Prometida por seu deus. Por volta de 1.200 a.C., os hebreus, unidos pela fé comum, entraram em Canaã e expulsaram dali seus habitantes, os filisteus. Fundaram então o reino de Israel, que floresceu sob o governo de seus três primeiros reis: Saul, Davi e Salomão.


O contexto geográfico: de Canaã à Palestina

Após expulsar os filisteus, os hebreus estabeleceram-se em Canaã. Esta era uma região do Mediterrâneo oriental que compreendia o atual território do Líbano e de Israel, assim como parte da Síria e da Jordânia. Formava parte da área chamada Crescente Fértil, que na Antiguidade englobava os impérios da Mesopotâmia e do Egito. Recebeu depois o nome de Palestina, designação que provém de seus antigos habitantes, os filisteus. Na Palestina, os hebreus fundaram o reino de Israel que, no ano 931 a.C., dividiu-se em dois, Judá e Israel, devido ao confronto entre as tribos hebreias do norte e as do sul.

Palestina nos tempos de Salomão.

Para lembrar:
O rei Salomão construiu em Jerusalém um templo para abrigar a Arca da Aliança e que se converteu no símbolo de sua religião. No ano 70, os romanos saquearam e destruíram o Templo para mostrar seu domínio sobre Israel. Hoje só permanece de pé o Muro das Lamentações, que ainda é um lugar sagrado de peregrinação para os judeus.


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